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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Estrelas, brigadeiros e minissaia

A lua minguante, minguou apenas no primeiro dia. No segundo, era eu. De vermelho e minissaia. De sorriso, de bobeira. De cabelo preso pra não dar trabalho. De rabo de olho, pra não precipitar o que era natural. Quem sabe fosse, superficial.

E não era. Era eu sem respostas para as perguntas dele. Era eu, sem querer fazer sentido algum. Mas assim, sem querer, não deixei que fosse embora. Não deixei de ser eu mesma - e fui, nas vírgulas e nas entrelinhas. Até perceber que era isso, exatamente isso, que ele queria. Eu mesma – com tudo o que sobra, tudo o que falta (e tudo o que ameaça explodir em fogos, em fogo, em confusão).

Então, deixei que ele quisesse. Deixei que esperasse, até que eu não pudesse mais pensar. Até que ele viesse, sem sim nem não. Num beijo. E um céu sem lua, mas cheio de estrelas e novidades. Um céu inteiro. Cheio de segredos e poesia.

Um beijo sem precedentes, sem pretensões. Que tomou conta daqueles primeiros minutos da semana que se inicia. E que, nem sabíamos, se era o começo ou o fim.
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PS: Ah, sem PSs. Só quero concordar com a Toty. A vida é perfeita (com lua, sem lua, com cicatrizes, estrelas e brigadeiros). A vida é perfeita e vivam os dias seguintes. Tim-tim. Também amo você. Com orgulho, com saudade, com uma admiração que transcende. Sempre.

2 comentários:

TOTYNIX disse...

"Um céu inteiro. Cheio de segredos e poesia."
Lindo!Viva!!!!beijo flor!

Cåm¡£¡ñhå disse...

rsrsrs...avassalador...!!!

Serà que o poder de apenas um dia de lua minguante trouxe tanto encanto assim????

AMÈM então! Que essa lua apareça mais vezes rsrsrsrs!

Beijão